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F5 Ilhota
Lorena tem 10 anos e mora em Florianópolis. Na sua rotina, precisa lidar com o preconceito em relação ao nanismo. Ela não gosta de ser chamada de anã, aliás, o termo que é pejorativo não deve ser mais utilizado. É o que ressalta a mãe de Lorena, Karine Siqueira, que desde o diagnóstico de acondroplasia, um dos 400 tipos de nanismo, precisa correr atrás dos tratamentos adequados para a filha. Desde de 2015, uma lei aprovada na Alesc estabelece 25 de Outubro como o Dia Estadual da Pessoa com Nanis More
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